Namastê

Namastê - Minha essência saúda sua essência

ESPERAR NÃO É PRECISO. VIVER É PRECISO!

Se analisarmos, não temos a certeza do amanhã existir.

E se estaremos aqui, caso ele exista.

Existe uma grande probabilidade dele existir, e nós, materialmente, não.
Porém, acabamos sempre deixando decisões, gestos, atitudes para amanhã, para depois...

Temos um dia de cada vez, mas sempre teimamos em contar com os dias seguintes para iniciarmos a transformação, a mudança, o primeiro passo rumo a tudo isso.

Muitos de nós acabamos deixando o tempo passar, e não expressamos o real sentimento que temos por aqueles que nos cercam, sejam eles nossos pais, nossos filhos, nossos amigos.

Amar hoje em dia parece ser cafona, ser antigo.

Ser romântico então, nem pensar.

Isso é sinônimo de gente pegajosa, grudenta...

Não me chame de “Meu Amor.. Alguém pode ouvir...”

Ou, “Se você me ama, finja não me amar... ou ao menos não demonstre isso na frente dos outros, pois lhe torna fraco, vulnerável, antigo...”

Somos rápidos em entoar mantras, preces e orações, mas deixamos sempre pra depois o entendimento deles, pois falar, orar, vibrar, verbal ou mentalmente, nos consola.

Mas, devemos lembrar, que tudo isso nada vale, se não estiver lá dentro do nosso coração, passando, antes, pelo crivo do discernimento e da razão.

Quantas preces foram verbalizadas, quantos mantras entoados, enquanto os nossos pensamentos estavam distante e o nosso coração endurecido, petrificado, sem sentir o que se fazia?

Procuramos sempre estar nos bastidores da vida, nos esquecendo que a vida é vivida no palco, mesmo que as luzes incidam sobre os nossos rostos e, muitas vezes, nos ofusquem a visão.

Nesses momentos, devemos fechar os olhos e sentir o que a vida está nos dizendo. E, quando as luzes se apagarem por completo, já estaremos habituados a agir, a caminhar com os olhos fechados.

Lamentamos, a todo instante, que nossa vida é curta, que o tempo passa muito rápido, e que as tarefas são muitas e os fardos são pesados.

Mas acabamos agindo sempre como se a vida fosse inesgotável, e que as tarefas podem ser deixadas pra depois, que os fardos não são nossos, achando, assim, que enganamos algo ou alguém.

Realmente. Enganamos a nós mesmos.

Às vezes, postergamos a oportunidade de sermos generosos, autênticos, esquecendo que, de repente, quando formos, poderá ser tarde demais, e a espontaneidade ter ido embora.

Deixamos sempre para depois o ato do perdão, do reconhecimento, e preferimos ficar com os ódios e os rancores dentro de nós, por tempos, para um dia, quem sabe, poder perdoar e se livrar do peso.

Daí, esse ato poderá ser tardio, e os sintomas difíceis de serem resolvidos.

Como se o ódio e o rancor fossem semelhantes ao vinho, que, ao longo dos anos, melhora em tonéis de carvalho.

Ledo engano.

Esperamos sempre para passar adiante aquilo que aprendemos, por nos acharmos incompetentes, inabilitados, despreparados... Mas sabemos que isso é apenas uma grande desculpa para se eximir de responsabilidades.

De que adianta ler todos os livros, ver todos os filmes e se aprofundar em temas que morrerão conosco, por covardia de passá-los adiante e, talvez, sermos questionados por nossas verdades não serem tão sólidas quanto pensávamos?

Deveríamos parar de esperar, lembrando que quem espera se cansa, não alcança, e que o tempo é o agora, a oportunidade é essa, e que fugir de nada auxiliará na jornada evolutiva atual.

- Fernando Golfar -

Dançando com o menino das estrelas



Por Afonso J. C. Santovito -

Próximo, muito próximo do planeta-escola, ele observa e sorri.

Seus olhos brilhantes emanam tal brilho, que nenhum Sol físico jamais conseguirá se equiparar.

Sua aura irradia a música dos deuses do universo, que abraça e abençoa, sempre.
Menino das estrelas, garoto dançarino, cuja prece é um simples sorriso.

Seu amor está em todos os lugares, que contagia e eleva a consciência, em questão de segundos.

O pequeno Govinda* convida todos os seus semelhantes para dançar, na essência.

Quando é percebido, o convite sutil e amoroso é irresistível.

Dance com Krishna, o menino das estrelas!

Ele inspira os passos das atitudes sadias através da dança do amor incondicional.

Ele dança pelos futuros dançarinos, que ainda não aprenderam os passos da dança da bem-aventurança.

Ele abraça silenciosamente os corações infelizes, pois sabe que a riqueza interior de cada um é latente e muito maior que a pobreza consciencial momentânea que encapa o potencial divino.

Suas notas de luz espirituais aniquilam qualquer dúvida da imortalidade da alma. Se apenas entramos e saímos dos corpos, durante as várias vidas, por que temer o convite do menino à vida, seja qual for o lugar do universo proposto por Brahma?**

Dentro ou fora do corpo, dance!

Se o fardo dessa vida pesar, não hesite: dance!

Dance por todos; isso são os passos da dança do menino.

Dance, e as pétalas do lótus espirituais (chacras) se abrirão.

Dance, e o coração abraçará o mundo.

Dance, e a humanidade agradecerá inconscientemente.

Dance, e os sóis brilharão pelo universo.

Dance, e o menino sorrirá!

O pastorzinho guia sem cabresto, apenas com os passos da dança do amor das estrelas.

A luz espiritual do menino ilumina o caminho do buscador espiritual, que absorve sua música sutil e irradia as notas do amor para todo o infinito (nossa verdadeira pátria: o universo).

Dance com Krishna, o menino das estrelas!


OM KRISHNA OM!


São Paulo, 14 de março de 2005.


P.S: Esse pequeno texto veio como inspiração momentos antes do início dos trabalhos energéticos e espirituais realizados aqui em casa, ao mesmo tempo em que escutava o belíssimo CD de DONNA DE LORY***, que contém excelentes músicas hindus e em algumas delas o tema é KRISHNA.

- Nota de Wagner Borges: Afonso Santovito é espiritualista e participante do grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB. Também é colunista da revista on line de nosso site – www.ippb.org.br


- Notas do texto:

* Govinda (do sânscrito): é um dos epítetos de Krishna. Significa “o pastorzinho divino”; o pastor das almas (Gopala). Muitas vezes, é usado como mantra para dissolver climas psicofísicos adversos.

** Brahma (do sânscrito): O Criador.

*** Donna de Lory – Cd. “The Lover e The Beloved” – Ajna Music Records; E.U.A.

Reiki

O corpo humano é o templo de Deus. Sua luz flui como um rio em nossas veias, que resplandece como o Sol em nossos corações.
Reiki é uma técnica das terapias alternativas, é a energia que faz vibrar todos os corpos sutis (corpo, mente e espírito), é a união da Energia Universal.
O Reiki não é uma religião, é uma ciência, é uma arte de curar pelas mãos, através de uma técnica de canalização da energia do Universo.

É uma Energia Inteligente, pois ao canalizarmos a Energia Divina corretamente para o nosso corpo ou para outra pessoa, é como chamar Deus, e sua presença em essência imediatamente se manifestará naturalmente sobre todo nosso ser.

Haverá, assim, mudanças necessárias de cura tanto no corpo físico, quanto no emocional, mental e espiritual.

Rei – com a energia vital Ki - do corpo físico, visa o equilíbrio e a harmonia do sistema imunológico como um todo. Ativa o funcionamento das glândulas do sistema endócrino e hormonal.
A Energia Reiki flui através de tudo e todos, produzindo em maior quantidade a vitalidade.
A Energia Universal é disponível como os raios do Sol, e o Ar que respiramos, mas é necessário saber canalizar e absorvê-la corretamente.

* * *

"SOMOS O QUE PENSAMOS!"

A Energia é neutra até que acrescentemos a ela nossos pensamentos, sentimentos e cores.

IMAGINAR É CRIAR.
SENTIR É ATRAIR.
ACREDITAR É REALIZAR.

A luz divina flui pelo pensamentos e sentimentos, irradiando e resplandecendo em nossas mãos.

- Dirce Bustamante -

A cura dos relacionamentos uma escolha.

        
                                                                             
Em última análise, curar nossos relacionamentos é a nossa própria escolha, já que na verdade não são os outros que estamos perdoando realmente.
São apenas as nossas próprias atitudes e julgamentos a respeito deles que precisam ser perdoados.
São os nossos pensamentos e julgamentos hoje, e não mais a outra pessoa, que nos causam dor no presente.
E já que estes pensamentos e julgamentos são nossos, apenas nossos, somos nós que precisamos nos empenhar em perdoar, em mudar nossa mente e nos libertar das queixas passadas.
Enfim, é o nosso relacionamento com nós mesmos que precisa ser curado, e apenas nós podemos fazer isso, se esta for a nossa escolha.
É possível curar todos os nossos relacionamentos?
Sim! É possível curar não apenas alguns, mas todos os nossos relacionamentos.
Podemos fazê-lo desistindo de qualquer forma preconcebida, ou dos roteiros mentais que tenhamos escrito sobre os outros.
Podemos fazer isso nos dispondo a acabar com todas as queixas e pensamentos de agressividade.
E podemos fazer isso por meio do processo do perdão.

Podemos fazer isso:

* Reconhecendo que não somos vítimas dos nossos relacionamentos e, sim, participantes deles.
* Assumindo a responsabilidade pelos nossos pensamentos, pelas nossas escolhas e emoções, e não censurando a outra pessoa por aquilo que aconteceu no relacionamento.
* Optando por ver os outros como seres que nos amam ou, caso os percebamos como nossos agressores, optando por vê-los como seres cheios de medo que clamam por amor.
* Lembrando que aquilo que percebemos nos outros e no mundo exterior é uma projeção dos pensamentos - quer positivos quer negativos - contidos em nossa mente.
* Aprendendo a amar a nós mesmos e aos outros, perdoando em vez de julgar.
* Direcionando a nós mesmos e escolhendo ser interiormente pacíficos, não importando o que esteja acontecendo fora de nós.
Essas idéias podem afetar literalmente todos os aspectos da nossa vida.
Podemos começar a lançar um novo olhar sobre o mundo e sobre todos os nossos relacionamentos.
Podemos começar a reconhecer que a cura dos nossos relacionamento está diretamente ligada à Cura das Atitudes que estamos conservando em nossa mente a respeito desses relacionamentos.

Afirmações:

1 - Escolho curar meu relacionamento comigo mesmo deixando que o hábito de julgar a mim mesmo se vá.
2 - Escolho unir-me aos outros, em vez de me separar deles, abandonando meus julgamentos sobre eles.
3 - Escolho rasgar todos os roteiros que escrevi para o modo como acho que as pessoas deveriam ser em minha vida.
4 - Escolho lembrar que o que realmente conta em meus relacionamentos não é quanto eu faço ou digo, mas sim com quanto amor eu faço ou digo.
5 - As palavras que eu escolho em minhas comunicações sempre determinam se minha intenção é unir ou separar.
6 - Será por meio dos meus relacionamentos que eu vivenciarei o amor incondicional.
7 - Hoje, eu escolho lembrar-me de que realmente mereço o direito de ser feliz.
8 - Hoje, eu escolho desistir de me sentir uma vítima dos meus relacionamentos e assumirei a responsabilidade por minha vida.
9 - Sempre que ficar preso no passado ou no futuro, escolherei lembrar-me de que o amor só pode ser vivenciado no presente.
10 - Posso optar pelo amor em vez do medo, em todos os meus relacionamentos.

Por Gerald Jampolsky e Diane Cincirione










SER UM PROFESSOR NA NOVA ERA

Jeshua canalizado por Pamela Kribbe
em junho de 2009



Esta canalização também está disponível em arquivo de áudio, em inglês, em www.jeshua.net. A transcrição foi ligeiramente editada para melhor legibilidade. Nossos sinceros agradecimentos a Maria Baes por ter feito a transcrição
Queridos amigos,

EU SOU Jeshua.

Fui o portador da consciência de Cristo há dois mil anos atrás, e agora vocês são aqueles que carregam essa tocha. É uma tocha de luz que traz mudanças ao mundo, um mundo que tem necessidade de mudanças neste exato momento. Vocês estão vivendo uma era de crise. Está havendo uma crise financeira, uma crise econômica, e também uma crise do planeta, uma crise ambiental. Vocês vivem no meio dessas crises, o que também é uma oportunidade de mudança. Sempre que as coisas mudam de uma forma fundamental, é preciso que muitas coisas antigas despenquem drasticamente e de uma forma fundamental.

Vocês, que são atraídos para as minhas mensagens, são aqueles que devem liderar o caminho dos outros. Sim, vocês nasceram nesta época de propósito; queriam fazer uma mudança, queriam ser a mudança que a humanidade precisa. Vocês são os Professores da Nova Era. É para vocês que eu trago uma mensagem de esperança e coragem. Quero encorajá-los a assumir o papel de professores que são. Vocês tiveram muitas encarnações em preparação para este momento, pois agora o planeta e a humanidade estão prontos para uma transformação, uma evolução para uma consciência baseada no coração, que reconhece a unidade de tudo o que vive e respira na Terra. Vocês têm sido os portadores deste sentido de unidade há séculos; vocês já foram Trabalhadores da Luz antes, e agora os tempos estão com vocês! Olhem para além da superfície das notícias aparentemente negativas e ruins. Olhem para além de tudo isso. Esta é uma grande oportunidade para mudança.

É pedido á humanidade que se volte para o seu interior e se dirija às emoções negativas e ao medo que sobem à superfície nos momentos de crise. Agora, mais do que nunca, a humanidade precisa de cura e está preparada para receber a cura. Vocês são aqueles que estão liderando o caminho. Vocês são os Professores da Nova Era, e peço-lhes que não se intimidem em relação a si mesmos. Devido a todas as experiências que tiveram na Terra antes, vocês ficaram desconfiados e intimidados em relação à sua verdadeira identidade, em relação à luz que carregam dentro de si. Existe paixão nos seus corações e almas. Vocês desejam ser a luz brilhante que são, mas também estão se escondendo do seu próprio poder, porque trazem lembranças antigas de terem sido rejeitados por causa disso, e até de terem sido perseguidos e mortos por isso. Posso ver seus medos e insegurança, mas vocês são grandiosos e poderosos, se acreditarem em si mesmos. Vocês vêm de uma longa jornada. Visitaram a Terra muitas vezes e ganharam experiência. Agora são almas maduras e velhas, e desejam compartilhar a sabedoria que adquiriram e também o amor em seus corações. Peço-lhes que olhem para dentro de si mesmos e sintam a paixão com a qual nasceram – a paixão para fazer uma diferença. Peço-lhes que não se escondam mais!

Como devem ensinar? O que é este ensinamento do qual falo? Não se trata de levar teorias e conhecimentos de livros para os outros; não se trata de fazer sermões nem de dizer às pessoas o que elas devem fazer. Trata-se de uma vibração que vocês trazem para o mundo, uma vibração de compaixão e paz interior. Assim, quando se dirigem às suas próprias partes sombrias, às suas emoções de medo, de raiva e falta de confiança, quando irradiam luz para suas partes sombrias, nesse momento suas vibrações se elevam e vocês trazem uma nova luz para este mundo! Ela é visível em seus olhos, na forma com que falam com os outros, na forma com que ouvem os outros. Não a escondam, sejam o mais aberto que puderem, porque vocês são lindos. No momento em que trazem essa vibração para o mundo, as pessoas são atraídas para vocês. Não porque vocês conhecem a verdade, nem porque sabem o que vai acontecer com elas, mas porque existe um espaço de segurança e amizade ao redor de vocês. Elas se sentem aceitas junto a vocês. Isto que é ensinar na Nova Era: aceitar o outro completamente, tanto com sua luz quanto com suas partes sombrias, enxergando sua beleza interior, sua paixão e inocência, e encorajando-o a enxergar a si próprio.

Ser um Professor da Nova Era é diferente do que vocês estavam imaginando. É encontrar a paz nas profundezas de si mesmo e não ser desviado do caminho pela negatividade que está à sua volta. Num certo sentido, significa desapegar-se do mundo, não fazer parte do mundo mas, ao mesmo tempo, estar aberto a todos, e permitir que eles experimentem a vibração que vocês estão irradiando para o mundo. Estar no mundo, mas não ser do mundo.

Como vai ser esse ensinamento, que forma ele irá tomar, será diferente para cada indivíduo. Cada um de vocês tem uma certa paixão, um talento, um desejo de fazer uma coisa específica em vez de outra. Sua energia, sua luz, pode tomar muitas formas, e, para mim, a forma específica que ela toma é pouco importante. O que eu gostaria é que cada um de vocês se conscientizasse que é um professor, que veio de uma longa jornada. Encorajo-o, principalmente nestes tempos, a não se esconder mais, a compartilhar sua sabedoria com os outros e manter sua paixão desperta. É isto que significa trazer uma nova energia para este mundo.
LIDANDO COM A ALTA SENSIBILIDADE
Todos vocês se tornaram muito sensíveis. Seus corações foram abertos. Nesta era, a energia feminina está renascendo através de vocês, de muitas maneiras, pois vocês são os primeiros a se abrirem para a consciência baseada no coração, reconhecendo a unidade de toda a vida. Vocês abriram seus corações e, como efeito colateral, absorvem os sentimentos e emoções daqueles à sua volta, e os sentimentos que estão simplesmente presentes na atmosfera ao redor da Terra. Às vezes esta sensibilidade pode ser um peso. Algumas vezes vocês absorvem tanta negatividade, que se sentem abatidos e deprimidos, e não sabem sequer de onde isso está vindo.

Abrir o coração, desenvolver o lado feminino, estar receptivo e aberto às energias ao seu redor, fazem parte do desenvolvimento pelo qual estão passando. Mas também é importante que acolham sua energia masculina, não no sentido tradicional, mas de um modo novo e mais elevado. No passado, uma energia masculina agressiva dominou sua história. Essa energia estava voltada para a aquisição do poder e a manipulação da realidade. Geralmente vocês associam a energia masculina à opressão, agressividade e ao egoísmo. Estão precisando de uma nova definição de energia masculina. Vocês precisam da energia masculina para equilibrar o seu lado feminino sensível. A energia masculina, na sua forma mais elevada, tem a ver com foco, estabelecimento de limites ao redor de vocês, e determinação sobre o que querem e o que não querem que entre em seu campo energético. Uma energia masculina elevada não permitirá que vocês sejam completamente absorvidos pela negatividade ao seu redor. Ela os ajudará a estabelecer limites à sua volta. Num certo sentido, esta forma superior de energia masculina é como um cavaleiro postado junto à entrada do campo energético de cada um de vocês, separando o que os alimenta e nutre daquilo que não os alimenta nem nutre. Vocês precisam da energia masculina no seu interior para alimentar seu lado feminino e extremamente sensível. Assim, peço-lhes que repensem a energia masculina, e encontrem, dentro de si mesmos, uma nova definição para ela, um novo sentimento a respeito dela. Talvez possam imaginá-la como um cavaleiro ou um guerreiro pacífico, que os ajuda a distinguir o que é certo para vocês e a se afastarem quando sentem que certos ambientes, ou certas pessoas, não estão servindo aos seus ideais mais elevados.

Ser um Trabalhador da Luz e um Professor quer dizer estar no mundo e estar aberto e desejoso de irradiar sua vibração quando as pessoas pedem por isto. Mas, por outro lado, também significa saber quando se afastar, quando dizer não, e quando tomar conta de si mesmo – algo que tem sido muito necessário nesta época em que a energia pode ser muito pesada e muito difícil.

Respeite-se e crie um espaço, todos os dias, para se voltar para o seu interior e sentir quem você é. Criar um espaço para si mesmo pode ser entendido ao pé da letra, isto é, encontrar um espaço físico na sua casa, ou na natureza, onde você possa sentir-se tranquilo, onde possa estar totalmente consigo mesmo. Num lugar relaxante como esse, você pode entrar num espaço interior, e isto é o que realmente importa. Dentro de você existe um espaço que é realmente como um tipo de consciência. É a sua existência, o âmago daquilo que você é, e não pode ser expresso em palavras. Você pode sentir essa consciência especialmente nos momentos de quietude, e quando está sozinho e não está sendo bombardeado pelos acontecimentos externos, barulhos, situações e coisas que o distraiam. Para encontrar esta quietude todos os dias, é importante permanecer consciente de quem você é – um professor e portador da luz para esta realidade. Então, peço-lhe que encontre o equilíbrio entre ser você mesmo e estar no mundo, e que sinta qual o ritmo que se ajusta melhor a você. Use a energia masculina para distinguir e determinar o que é certo para você.
REDEFININDO A ENERGIA MASCULINA
Está na hora de os Trabalhadores da Luz equilibrarem as energias masculina e feminina dentro deles. Num certo sentido, vocês acabaram ficando com medo do seu próprio poder. Houve um tempo, um tempo muito antigo, em que vocês mesmos usaram o poder de uma forma da qual vieram a se arrepender mais tarde. Foi em tempos antes de Cristo, antes da minha vinda à Terra; nos tempos da Atlântida e em épocas anteriores a ela. Vocês ainda guardam lembranças daquelas eras, e não querem utilizar mal os seus poderes nunca mais. Mas, num certo sentido, a reação de vocês foi extrema demais. Agora vocês querem tanto se livrar do seu poder, que muitas vezes são incapazes de se sustentarem, de saber claramente quem vocês são, o que desejam ou não desejam. Isto é lamentável porque, deste modo, vocês ficam exaustos e deprimidos com o que acontece ao seu redor, pois se recusam a assumir seu poder, não no sentido de mandar nos outros, mas no sentido de se conectarem com sua paixão natural, com seus instintos naturais, com seu conhecimento. Ficou difícil achar uma definição positiva para a energia masculina, mas eu os encorajo a encontrar uma, e a abraçá-la, pois é através do renascimento da energia masculina que vocês reencontrarão seu poder verdadeiro.

A energia feminina conecta o indivíduo á sua alma. Sua alma fala com você através dos sentimentos para os quais a energia feminina é receptiva. Mas para trazer o conhecimento do feminino para o mundo, para manifestar a paixão da sua alma no mundo, você precisa saber como proteger sua energia feminina, como se manter à distância quando necessário, como se manter centrado e calmo no meio de energias que não ressoam com você. Para ser o professor e o pioneiro que você realmente deseja ser, é preciso abraçar tanto o aspecto feminino quanto o aspecto masculino do seu ser.

Tenha coragem em tudo isto. As coisas estão mudando e você não está só. Muitas pessoas ao redor do mundo estão passando pelo mesmo processo que você está passando. Existem muitos companheiros Trabalhadores da Luz vivos neste momento, e se você se conectar com eles a partir do seu coração, poderá sentir que são seus irmãos e irmãs. Distância, tempo e espaço não importam. Nem a nacionalidade, nem a raça. Sinta o campo de consciência Crística que agora está se aproximando mais da Terra. Embora possa não ser evidente nas notícias dos jornais e da televisão, esse campo está aí. Uma nova consciência está despertando.

Estou chamando-o. Faço parte deste enorme campo de consciência tanto quanto você faz. Somos um nesse campo. Somos iguais e estou chamando-o para casa. Você pode sentir o lar no planeta Terra agora mesmo, se puder se lembrar de quem você é, se puder sentir verdadeiramente a sua divindade e a luz angelical que flui através de você.

Eu o amo.

Aceite a minha energia.

Agradeço-lhe por recebê-la




© Pamela Kribbe 2008 - www.jeshua.net/por
www.jeshua.net
Tradução de Vera Corrêa
veracorrea46@ig.com.br
Revisão de Luiz Corrêa.
Fonte em português: www.jeshua.net/por


A dinâmica do olhar


Há uma coisa, dentre muitas outras, que desperta a curiosidade daqueles que não enxergam com os olhos. Não sei se posso falar em nome de todos os que têm deficiência visual, mas posso falar por mim, e, de fato, há uma coisa que realmente me intriga: a dinâmica do olhar.
O olhar, para os que enxergam, parece ser algo que tem vida própria, e que transcende os limites do espaço ocupado por cada pessoa.
A linguagem do olhar parece ser tão importante que existe um vocabulário próprio para abordá-la. Comumente, fala-se sobre Olhares que se cruzam, que se atraem ou que se repelem. São também usados muitos adjetivos que caracterizam um olhar: há olhares que são magnéticos, evasivos, simpáticos, austeros, tristes ou atentos.
Outro dia uma amiga minha partilhou uma experiência que parece ser comum aos que enxergam, principalmente às mulheres. Ela disse que, de vez em quando, ao caminhar por algum lugar público, percebe, por intuição, que alguém está insistentemente olhando para ela. Ao se voltar para a direção deste suposto olhar, ela constata que, de fato, sua suposição era verdadeira. Assim, por uma fração de segundos, seu olhar se crusa com o olhar deste espectador anônimo. Este brevíssimo encontro causa a ambos um certo constrangimento, , pois não seria, pelo menos a princípio, intenção do espectador que ela o notasse.
Parece haver de fato um mundo de encontros e desencontros entre as pessoas que acontece silenciosamente, e que, mesmo sendo inaudível, é cheio de vida. Ao que parece, o olhar precede as palavras ou mesmo os gestos. Em uma festa ou em uma reunião entre muitas pessoas, as trocas de olhares são constantes e ininterruptas. Trata-se de um processo dinâmico, que talvez pudesse ser esquematicamente representado por uma infinidade de setas que vão e vêm, e que mudam de direção a todo momento.
Mas e os cegos? Onde entram nesta história?
Será que , quem não enxerga com os olhos, se encontra à margem do mundo dos olhares?
Talvez não, e o ponto que nos une a este mundo é o fato de que sua dinâmica é subjetiva. O olhar é , na verdade, uma representação daquilo que se passa, afetivamente, entre duas pessoas. É uma força que sai de uma pessoa e atinge a outra, ainda que as duas não se toquem. O olhar é, senão uma troca de energia entre os seres humanos.
Quando duas pessoas se entreolham elas se comunicam, e, de alguma forma, se modificam em função da informação que recebem. Esta comunicação silenciosa não é apenas visual, mas requer o uso de todos os recursos associados à sensibilidade.
As pessoas cegas, utilizando-se de todo o aparato sensorial que possuem, participam deste dinamismo, e assim, podem perfeitamente se encantarem com a força de um olhar, ou serem objeto deste encantamento.
Aprecio a letra de uma música que define o olhar de um modo muito apropriado:
“A luz que acende o olhar vem das estrelas no meu coração. Vem de uma força que me fez assim. Vem das palavras, lembranças e flores regadas em mim.”/font>
Que as chamas de nossos olhares se mantenham vivas e que suas luzes nunca se apaguem!



Homossexualidade

PERGUNTAS E RESPOSTAS PARA JESHUA
Nesta sessão você encontrará respostas de Jeshua,
através de Pamela Kribbe, a perguntas feitas por leitores.






Qual é o seu ponto de vista sobre a homossexualidade?

Não há nada de errado com a homossexualidade. A homossexualidade é perfeitamente respeitável; a forma em que ela vem sendo retratada por várias tradições religiosas, como pecaminosa e prejudicial, origina-se do medo e do preconceito. Não há nada de errado em se sentir atraído por pessoas do mesmo sexo. Na verdade, a preferência pelo mesmo sexo ou pelo outro sexo não é tão fixa e rigidamente dividida como muitas pessoas pensam. Você pode ser heterossexual e, ao mesmo tempo, ser atraído por pessoas do seu próprio sexo. Você pode sentir uma conexão de alma que transcende a forma física. Em outras palavras: você pode ser heterossexual no geral, mas sentir-se atraído por alguém do mesmo sexo porque existe uma conexão profunda no nível da alma. Existe uma escala móvel entre heterossexualidade e homossexualidade, e não uma fronteira fixa.

Do ponto de vista espiritual, o que importa nos relacionamentos sexuais é como um se conecta com o outro de alma para alma. Sempre que existe uma conexão profunda, marcada por uma parceria verdadeira e respeito mútuo, o fato do relacionamento entre homem-mulher, homem-homem ou mulher-mulher realmente não importa

É lógico que é importante para o mundo se você é homossexual. Em muitos lugares ao redor do mundo ainda existe preconceito e hostilidade contra a homossexualidade. Muitas almas que encarnam como homossexuais são bastante corajosas, porque sabem que enfrentarão a questão da marginalização, de ser diferente dos outros e ter que lidar com hostilidade e incompreensão. A alma pode ter decidido conscientemente passar por essa experiência para enfrentar e superar a dor emocional de ser rejeitada e, com isto, tornar-se forte e independente, ou para elevar a consciência na Terra, fazendo as pessoas refletirem sobre as definições tradicionais mesquinhas e limitadas sobre a identidade sexual. Os homens homossexuais, por exemplo, podem mostrar como de ser do sexo masculino pode facilmente combinar com ser sensível e artístico. Homens e mulheres homossexuais encorajam as pessoas a pensarem de modo diferente sobre o que significa ser do sexo masculino ou feminino.

Para os homossexuais que se sentem dilacerados e em conflito sobre sua natureza sexual, eu diria:

Não julgue o seu modo natural de sentir; respeite sua natureza e sinta-se livre para ser quem você é. Seja fiel a si mesmo, não se esconda. Outras pessoas podem aprender alguma coisa com você. Cônjuges ou pais, que se sentem chocados e ofendidos quando você lhes conta sobre a sua natureza, serão tocados, de alguma forma, pela sua coragem e honestidade, mesmo que não demonstrem isso abertamente. A verdade sempre liberta as pessoas. Ao permanecer fiel a si mesmo, você se curará e será uma luz para os outros
 
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© Pamela Kribbe 2011

Tradução de Vera Corrêa 
veracorrea46@ig.com.br -
Direitos Autorais Pamela Kribbe - A permissão é concedida para cópia e distribuição deste artigo na condição de que o endereço www.jeshua.net,  esteja incluído como recurso e que ele seja distribuído livremente.    E-mail: aurelia@jeshua.net

Metafísica da saúde


Partindo-se da premissa de que metafísico é tudo aquilo que está além do físico, nossa abordagem é de que a saúde não está no corpo e sim na alma. O corpo somente apresenta sintomas que são considerados formas de expressão de nossos conflitos. Se nossas ações estão coerentes com nossa maneira de ver a vida, com nossas crenças e valores, nossa alma está saudável.

A metafísica parte do princípio que é a alma quem organiza a matéria e não o físico que cria a essência.

Para nós, metafísicos, todos os males físicos têm sua origem num comportamento psico-sócio-patológico ou no resultado de uma herança carmática. É lógico afirmar que um sentimento nocivo, por si só, não reúne condições suficientes para se manifestar fisicamente. Ele atua como um facilitador para que um agente material possa agir. Uma situação de conflito não resolvido não é causadora da gripe, mas faz com que baixe nossa defesa imunológica e permita que o virus se aloje em nosso organismo.

"ATENÇÃO !!! Advertimos ! O Ministério da Saúde errou! Fumar não provoca câncer. O que provoca câncer são determinados comportamentos que adotamos em relação à vida e que facilitam o ataque das substâncias nocivas existentes no cigarro".

A metafísica, aplicada à saúde, não é simpática a todas as pessoas, uma vez que acaba com a desculpa para seus problemas não resolvidos: a enfermidade. Mostra que o doente não é uma vítima inocente, mas que é, verdadeiramente, o autor de sua doença.

Analisem este exemplo: João e José moram em casas vizinhas e nunca tomaram as providências cabíveis para erradicar o mosquito da dengue. Os insetos proliferaram e infestaram a região. Numa determinada manhã, os dois homens foram picados pelo "Aedes aegypti". João pegou dengue e José não. No dia anterior João tinha tido uma tremenda discussão com sua mulher o que o levou a um estado de elevadíssimo estresse. José, ao contrário, tinha ido ao cinema com sua esposa e se divertido a valer. O estresse de João causou a queda imunológica que facilitou o ataque do virus. Ele foi o autor de sua doença.

Apesar do preconceito contra a metafísica, apresentado pela quase totalidade dos médicos, que creditam a ocorrência de doenças a imperfeições da natureza e ao ataque de agentes externos, a medicina tradicional do Ocidente já admite que alguns sintomas sejam de origem psicossomática. Eles ocorreriam da seguinte maneira:

distúrbio psicológico = deficiência funcional = alteração celular = lesão anatômica.

Um enfoque interessante é dado pela medicina esotérica, abordado pela italiana Angela Maria La Sala Bata em seu livro Medicina-Espiritual, que credita o aparecimento das doenças, também, à conquista da plena consciência a caminho da iluminação. Segundo ela, a meta do homem é atingir, através da harmonização das polaridades, a plena consciência, alcançando o equilíbrio e a harmonia. Seguindo um árduo caminho, o homem vai despertando sua consciência passando pelas seguintes etapas:

1. Homem Primitivo;

2. Homem Comum;

3. Homem de Ideais;

4. Aspirante Espiritual;

5. Discípulo;

6. Iniciado;

7. Adepto ou Mestre.


Os estágios em que começam a manifestar-se as doenças são aqueles que vão do homem comum ao discípulo, os chamados estágios de transição. O homem primitivo, praticamente está isento de doenças, pois conta com uma consciência ainda rudimentar. Vive uma fase totalmente instintual, portanto livre dos conflitos da dualidade. Basta lembrar, segundo Freud, que no tempo das cavernas praticávamos naturalmente o canibalismo, o incesto e matávamos por matar. Neste estágio, sem conflitos internos, não há interferência da alma na inteligência celular. A dualidade somente surge e se desenvolve com o despertar da consciência.

Exercendo o Livre Arbítrio no transcorrer de sua trajetória evolutiva, o homem, saindo da consciência de massa, sente os efeitos da dualidade e consequentemente começa a sofrer os malefícios das doenças.

Voltando à metafísica da saúde, de acordo com Valcapelli e Gasparetto, as doenças ocorrem num ambiente emocionalmente propício à sua manifestação. Afirmam que as variações de humor e os conflitos emocionais precedem as doenças e não são decorrentes delas.

Excetuando-se as causas sócio-psico-somáticas, entendemos que a Lei do Carma, atuando no processo de reencarnação, a Roda de Sansara, é a causa das doenças congênitas.

Concluímos, daí, que a manifestação dos sintomas, como afirmam Dethlefsen e Dahlke, é o caminho para cura das doenças da Alma.

Em nossa experiência no convívio com as internas da Casa Amigos da Vida, todas portadoras de transtornos mentais, observamos que raras vezes os sintomas de doenças virais nelas se manifestam. Este fato nos levou a concluir que a lesão mental as inibe da dualidade e do conflito existencial causadores do enfraquecimento das defesas imunológicas. Registramos, por outro lado, doenças como câncer, derrames e reumatismos, todas degenerativas e que tiveram sua origem, possivelmente, conjuntamente com o transtorno mental.

A metafísica nos possibilita, pela análise comportamental da pessoa, diagnosticar doenças na alma antes que elas se manifestem na forma de sintomas no corpo físico.

A Doença Como Caminho, livro de Dethlefsen e Dahlke, apresenta-nos uma figuração muito interessante que ilustra muito bem a questão da doença e do sintoma na visão metafísica.

Imaginemos que estejamos sentados ao volante de um automóvel. Teremos à nossa frente o painel de instrumentos com uma série de lâmpadas embutidas. Se ao colocarmos o motor em funcionamento alguma destas lâmpadas permanecer acesa, isto indica que há uma anomalia no carro. Esta anomalia não está no painel, é lógico. Ela está indicando que há algo de errado no motor, no sistema de freios, na refrigeração, na bateria, etc. Normalmente, devemos desligar o motor, abrir a tampa do capô e detectar o mau funcionamento conforme indica o painel. Fazendo uma analogia, quando apresentamos um sintoma em nosso corpo físico (correspondente ao acender uma luz no painel) indica que temos uma doença na alma. Neste caso, devemos resolver o problema psíquico para que o sintoma possa ser extirpado de nosso organismo.

Muito interessante é a atitude da maioria dos médicos ocidentais que, ao tratarem os sintomas, sem se preocupar com suas causas reais (a doença da alma), comportam-se como aquele mecânico que, ao invés de consertar o que não está funcionando bem no carro, simplesmente tira do painel a lâmpada para que não acenda mais. Observem quantos casos de câncer são tratados desta forma com resultados danosos. Um paciente tem um tumor extirpado, digamos do intestino, e algum tempo depois outro tumor volta a manifestar-se no mesmo órgão. Tenham a certeza de que a doença permanece na alma. O paciente continua tendo o mesmo comportamento doentio perante alguma situação da vida.

Na hipótese de estarmos incomodados com o rumo de nossa vida e que ela esteja levando-nos a um conflito interior, é hora de mudarmos. É o momento de evitarmos que a doença se estabeleça.

Por isto o diagnóstico metafísico da saúde é tão importante. Ao fazermos uma reflexão sobre a nossa vida e da maneira como a encaramos, como nos posicionamos, temos em mãos os elementos necessários para agir em prol de uma reformulação que nos evitará doenças que acarretarão sintomas da maior gravidade.

A seguir, de acordo com Valcapelli e Gasparetto, alguns exemplos de sintomas e seus correspondentes psicossomáticos:

Câncer Mágoas e ressentimentos antigos;

Diabetes Falta de docilidade na vida;

Nódulos mamários Bloqueios afetivos;

Problemas no útero Não preservar sua natureza íntima;

Cálculos renais Cultivar mágoas e criticar e criticar

excessivamente os entes queridos;

Pressão baixa Fuga pelo esquecimento. Desejo de

abandonar tudo;

Pressão alta Fuga através da preocupação ou

dedicação excessiva aos afazeres;

Varizes Estagnação numa situação desagradável;

Tendinite Irritação ou auto cobrança na hora

de executar as tarefas;

Fibromialgia Arrependimento pela omissão ou pela dedicação excessiva aos outros;

Hipertireodismo Sentimento de rejeição,intolerância.

Falta de apoio e consideração por simesmo;

Obesidade Necessidade de sentir-se acolhido;

Bócio Frustração e opressão;

Diarréia Súbito desapego sem elaborar a experiência;

Cirrose Auto destruição;

Faringite Irritação por não saber lidar com episódios esagradáveis;

Ronco Teimosia. Não abrir mão de seus valores e pontos de vista;

Tuberculose Crueldade e desejo de vingança sufocado.

Sinusite Profunda irritação com alguém

bem próximo. Decepção provocada pelas expectativas.

Olhe ao seu redor. Observe. Analise o comportamento das pessoas. Pelo tipo de comportamento você será capaz de dizer qual sintoma se faz presente no corpo. Ou ao contrário. Pelo sintoma que o corpo apresenta você será capaz de dizer como a pessoa se comporta perante a vida. Vá em frente, leia meu livro "Terapia Alquímica - A Cura Pela Transmutação" e tire suas próprias conclusões. Mas cuidado, não exponha ninguém diagnosticando sem ser convidado a fazê-lo. Ninguém gosta de ser invadido, muito menos na parte mais delicada de seu ser.
"A maior dificuldade de curar uma pessoa é fazer com que ela aceite a sua verdade".





































































































Dores na coluna vertebral e Metafisica II


A região sacral está relacionada à sexualidade. Problemas na região sacral relacionam-se a conflitos relacionados a sexualidade, sobretudo traumas e repressão. Nos casos de meninas que são esperadas meninos, é muito comum encontrarmos uma materialização sobre o sacro e dores na região. Estas mulheres, em geral, apresentam dificuldade nos relacionamentos íntimos, dificuldade de engravidar, cólicas menstruais, suscetibilidades a problemas no aparelho reprodutor (útero, ovários, seios etc.) frigidez e tendência homossexual conflitiva. (Condição sexual homossexual que só acontece porque a pessoa não se permite ter o que quer, no caso uma relação heterossexual).

Homens com esse tipo de conflito materializam menos sobre o sacro, mas também manifestam problemas com a sexualidade, tanto com os relacionamentos, como no que diz respeito à suscetibilidade a problemas no aparelho reprodutor, inclusive em muitos casos sendo estéreis e tendo tendência homossexual conflitiva.

É muito importante destacar que as dores do isquiático (ciático) também estão relacionadas aos problemas de coluna da região lombar e sacral. Correspondem aos medos de seguir em frente, inseguranças diversas e dificuldade de adaptação as situações de vida, especialmente aquelas que requerem mudança de comportamento ou que transformam nossa rotina.

Não são apenas os problemas de coluna, mas todas as articulações relacionam-se à nossa capacidade de nos “articular” na vida, ou seja, capacidade de relacionamento político. Problemas nas articulações relacionam-se à rigidez e à dificuldade de superar situações difíceis. Incluem-se nesse contexto
todas as “ites” que afetam as articulações e que estão relacionadas a situações desagradáveis a que a pessoa se submete mesmo não gostando, por não saber como resolver.
Quando nos referimos a “articular-se” na vida, estamos enfocando nossa capacidade de relacionarmo-nos equilibradamente sem machucar o outro nem nos deixarmos machucar, respeitando os limites de cada um, inclusive os próprios. Viver é relacionar-se de forma equilibrada; do contrário, é muito difícil termos uma perspectiva feliz e saudável. Portanto, a forma como nos relacionamos é fundamental para o nosso equilíbrio. Essa maneira equilibrada de viver constrói-se a partir da espiritualidade e do amor, que sempre deve começar pelo amor por si mesmo. O equilíbrio sempre parte do respeito mútuo entre as pessoas, o que em nossas relações é fundamental. A capacidade de se “articular” é muito importante para o êxito ser alcançado, tanto no trabalho, quanto nas relações mais próximas, e consiste na flexibilidade e maleabilidade que precisamos ter para não desrespeitarmos os outros e nem a nós mesmos.

Para ser infeliz e desamado, ninguém nasce. Se, nascemos dentro de uma perspectiva negativa, é porque temos a esperança de reversão. A vida é incompatível com a tristeza e a falta de amor. Portanto, “articular-se” é relacionar-se dentro da interdependência saudável que rege o universo com respeito pelo outro e por si mesmo, sem toda a rigidez que se relaciona à maioria dos problemas articulares. Desculpem a repetição, mas no que se refere ao inconsciente, que assimila bem o que for repetido, esta repetição é produtiva: precisamos melhorar nossas relações, para que possamos mudar o mundo.

Dores na Coluna Vertebral e Metafisica I




 
COLUNA VERTEBRAL:
o que ela diz em suas dores?


Quase todos nós conhecemos as dores e os desconfortos da coluna vertebral. O que poucos de nós sabemos são quais os aspectos emocionais se expressam ou se escondem nestes sintomas. Afinal, quais são as prováveis relações emocionais que acometem a coluna vertebral?

A coluna vertebral relaciona-se com a estrutura da personalidade. É por assim dizer o eixo central do ego, que é a parte da personalidade que faz contato com o mundo externo. Problemas de coluna indicam desequilíbrios ou dificuldades na formação da personalidade ou conflitos no relacionamento com as pessoas ou com o mundo que nos cerca.

A coluna trás em suas partes, determinados aspectos prováveis de relação mente e corpo relacionados a cada região. A região cervical relaciona-se à flexibilidade e amplitude de perspectivas. As duas primeiras vértebras relacionam-se mais com as dificuldades que temos na formação dos nossos conceitos e as duas últimas, a ressentimentos, e da mesma forma as primeiras torácicas.

Na altura da sétima cervical, em muitas pessoas ocorrem materializações relacionadas a ressentimentos, situações emocionais do passado mal resolvidas evidenciando saliências nesta área corpórea. Pessoas inflexíveis e de padrão de comportamento rígido tendem a calcificações na região cervical. A retificação da lordose anatômica cervical relaciona-se ao excesso de exigência sobre si mesmo e perfeccionismo. A hiperlordose cervical relaciona-se ao medo, sobretudo sustos na infância, tristeza e dificuldade de acreditar na própria felicidade. Algumas exceções acontecem em pessoas que querem ocultar o medo e “levantam o nariz”, como popularmente é referido para descrever a postura de arrogância. A escoliose cervical muitas vezes relaciona-se a uma tristeza do passado que “murcha” a pessoa, “caindo” a cabeça para um dos lados. As patologias da região cervical estão mais relacionadas à inflexibilidade e à tentativa de controlar tudo, ou de racionalizar tudo; no entanto, às vezes elas são conseqüentes a conflitos que relacionam-se a outras áreas, sobretudo da coluna dorsal.

A região dorsal ou torácica relaciona-se à postura diante da vida, especialmente diante do emocional. Problemas na região dorsal indicam dificuldade de posicionamento, sobretudo diante das emoções. As calcificações na dorsal estão relacionadas a tristezas profundas. Os casos de hipercifose ( acentuação da cifose) evidenciam um esconder-se do mundo, um encolher-se diante dos fatos que não sabemos como administrar. Já os casos de retificação (perda da curvatura anatômica) relacionam-se a um excesso de exigência sobre si mesmo.

A escoliose (curvatura lateral) da região dorsal em muitos casos relaciona-se ao “encurvar-se” diante de fatos que “não sei como”, ou “não posso mudar”, ou “sou forçado a aceitar”. É muito comum acontecer na adolescência, porque o jovem não sabe como se portar. Não é mais criança, nem adulto. Para algumas coisas, os pais e a sociedade o tratam como adulto; para outras, como criança, e isso gera uma confusão muito difícil de esclarecer. As pessoas “retas”, retificadas nesta região, sofrem muito com a necessidade de ostentar o que não são.

Já os hipercifóticos em geral são tristes e assumiram que a vida é triste mesmo, e nada se pode fazer para mudar. As patologias da região dorsal, em geral, relacionam-se à tristeza, por a pessoa não viver as emoções de forma equilibrada, especialmente nos casos de hipercifose. Os casos de retificação relacionam-se mais ao perfeccionismo. Ocorrem em geral nas pessoas que foram muito cobradas e que acabaram se cobrando muito, especialmente a perfeição.

A região lombar está relacionada ao “ter” na vida. Problemas na lombar relacionam-se em geral a perdas, ou medo de perdas, ou de não conquistar, tanto no aspecto material, quanto emocional. A hiperlordose lombar, muitas vezes relaciona-se aos aspectos acima referidos, e em alguns casos relaciona-se à repressão sexual. É uma tentativa de “esconder” o sexo, que acontece sobretudo nas mulheres. A famosa “bundinha arrebitada” em muitos casos esconde uma repressão sexual e uma necessidade de ser dominada, ou ainda uma supervalorização da estética diante das emoções.

A retificação lombar também pode ocorrer pelos motivos citados acima, e pelo perfeccionismo. Já a escoliose lombar pode relacionar-se à rejeição intra-uterina, por patologia congênita óssea, o que às vezes também acontece na sétima cervical. Algumas pessoas que sofreram rejeição, especialmente de sexo, apresentam estas patologias congênitas nesta região.
As patologias da região lombar geralmente relacionam-se a medos, ou à situação de muita cobrança, interna e externa, relacionadas a questões com conotações emocionais.
por Paulo Henrique de Abreu - phdeabreu@msn.com